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Facebook torna oficial o Facebook Messenger para Windows

Pouco depois do natal do ano passado, o Facebook deixou escapar a existência de um aplicativo de mensagens instantâneas para o Windows. Ao perceber que uma página sobre ele estava no ar, o site prontamente retirou o link para download e nunca confirmou a sua existência. Foi apenas nesta segunda-feira (05/03) que o Facebook finalmente tornou oficial oFacebook Messenger para Windows.
Facebook para Windows (Foto: Reprodução)Facebook para Windows (Foto: Reprodução)
O seu uso continua o mesmo. Basta fazer login para poder conversar com os amigos no Facebook, estejam ele acessando o site na web ou algum outro meio. Ela também exibe as últimas notificações no news ticker e permite que pedidos de amizade sejam aceitos.
E assim como antes, o aplicativo oferece suporte apenas para o Windows 7, nada de suporte aos demais sistemas por enquanto. A página de ajuda diz, no entanto, que eles estão trabalhando em uma versão do aplicativo para o Windows Vista e que não vão sequer tentar criar uma versão dela para o Windows XP.
Essa é a primeira plataforma desktop para o qual o Facebook libera um aplicativo de mensagens dedicado. O Android e o iPhone já contavam com programas similares há algum tempo. E Jack O'Connor, engenheiro de software da empresa que avisou do lançamento do programa, avisa: a próxima plataforma vai ser o Facebook Messenger para Mac.

Quanto as grandes empresas digitais perderiam por ficarem um dia fora do ar

Um levantamento baseado na receita anual de grandes sites mostra o quanto eles poderiam perder se ficassem um dia fora do ar. A ideia de fazer esse cálculo surgiu da análise sobre a Wikipedia ter tomado a decisão de fechar o site por 24 horas, em protesto a SOPA.
wikiProtesto criado pelo Wikipedia (Foto: Reprodução / Wikipedia)
Se indicássemos outros fatores que envolvem o ambiente de uma empresa, como investidores, força da marca e experiência do consumidor, esses números seriam ainda maiores. Mas já da para se ter uma ideia do prejuízo que elas podem adquirir caso escolham esse tipo de ação.
Google: Pesquisas apontam que em julho de 2011 a empresa estava fazendo US$ 3 bilhões por mês em publicidade. Se o Google resolvesse desligar seus servidores por um dia, em vez de apenas cobrir seu logotipo, como foi feito, teria perdido cerca de US$ 100 milhões.
Facebook: As previsões sobre as receitas da rede de Mark Zuckerberg para o ano passado, girava em torno de US$ 4,27 bilhões. Sendo assim, o Facebook perderia quase US$ 11,7 milhões, além de deixar uma tonelada de usuários irritados com a empresa.
Twitter: Com receita anual de US$ 140 milhões, a perda do Twitter ao seguir os passos do Wikipedia seria de aproximadamente US$ 400 mil. Isso sem contar que no dia seguinte esse assunto estaria nos trending topics do site.
Amazon: A gigante do e-commerce teria conquistado no ano passado US$ 30 bilhões. Se o protesto ao SOPA fosse aderido pela empresa, teriam um prejuízo girando em torno de US$ 82 milhões.eBay: Baseado na estimativa de que em 2011 o lucro do eBay seria de US$ 10,2 bilhões, um dia fora do ar faria com que a empresa perdesse US$ 28 milhões. Além disso, teriam baixas consideráveis em vendas por cada vendedor durante essas 24 horas.
Yahoo: A empresa teria perdido US$ 11,8 milhões, com base no lucro de US$ 1,07 bilhão que a companhia obteve no terceiro trimestre de 2011.
Groupon: Há uma estimativa inicial que o Groupon poderia arrecadar esse ano algo próximo a US$ 2,6 bilhões. Essa conta já poderia ter US$ 7 milhões descontados caso o site tivesse ficado fora do ar.

Google se junta à iniciativa para alavancar o IPv6

Várias empresas de tecnologia se uniram para colocar no ar a versão mais recente do protocolo de IP. Como muitos já sabem, os endereços de IPv4 estão caminhando para a extinção muito em breve, e o Google foi a mais recente companhia a anunciar que vai lançar seus sites no IPv6.
Nessa semana, a empresa avisou que está adentrando na Internet Society, a sociedade para internet, que vem promovendo iniciativas relacionadas ao IPv6. Em 6 de junho desse ano, acontece o World IPv6 Day, ou Dia Mundial do IPv6, no qual essas companhias colocarão seus serviços à disposição dos usuários também por meio do IPv6, em adição ao atual IPv4.
Google (Foto: Divulgação)Google (Foto: Divulgação)
Anteriormente, em 2011, o Google tinha participado de outro World IPv6 Day, porém de forma provisória. Assim como outras companhias, o Google utilizou a data para testar se tudo funciona corretamente com o futuro do IP. Testes feitos, agora chegou a vez de implementar de vez o recurso.
Esse é apenas o primeiro passo para que os internautas do mundo inteiro tenham acesso à internet por meio do IPv6. A tecnologia demanda placas de rede compatíveis, bem como toda a estrutura da rede. Os sites terão que ativar seus endereços na “nova” internet para que tudo transcorra sem problemas, o que pode demorar ou nem acontecer para páginas mais antigas que não contam com manutenção. Entre os serviços do Google operantes no IPv6 a partir de 6 de junho estão a busca, o YouTube e o Gmail, apenas para citar alguns.
O gigante da internet até criou uma página para que o internauta verifique se sua conexão é compatível com o IPv6. Aos interessados basta clicar aqui, mas fica o spoiler: muito provavelmente sua conexão não é compatível com a tecnologia.

Chrome se torna o segundo browser mais popular no Reino Unido


Navegador do Google ultrapassou o Firefox em uso.
Explorer está em primeiro lugar com 45% do mercado.




Novo logo do google chrome (Foto: Reprodução)O navegador Chrome, do Google, ultrapassou o Firefox, da Mozilla, e se tornou o segundo navegador mais utilizado no Reino Unido, segundo pesquisa da Statcounter. O navegador Internet Explorer, da Microsoft, está na liderança do mercado.
O crescimento do Chrome o permitiu obter 22,12% do mercado no mês de julho, enquanto o Firefox ficou com 21,65%. Embora tenha registrado queda nos últimos 12 meses, o Internet Explorer possui 45,51% de participação no mercado de navegadores do Reino Unido.

Por um lado, segundo a Statcounter, o Google conseguiu crescer no mercado apresentando o Chrome como um navegador leve e rápido, usado como base do sistema operacional Chrome OS, presente nos notebooks Chromebooks. Já a Mozilla vem perdendo usuários em 2011, motivo que, de acordo com a Statcounter, a empresa lançou duas novas versões do Firefox, a 4 e a 5, em um período de três meses.


Chrome teve aumento no número de usuários no
Reino Unido (Foto: Reprodução)

Chrome se torna o segundo browser mais popular no Reino Unido


Navegador do Google ultrapassou o Firefox em uso.
Explorer está em primeiro lugar com 45% do mercado.




Novo logo do google chrome (Foto: Reprodução)O navegador Chrome, do Google, ultrapassou o Firefox, da Mozilla, e se tornou o segundo navegador mais utilizado no Reino Unido, segundo pesquisa da Statcounter. O navegador Internet Explorer, da Microsoft, está na liderança do mercado.
O crescimento do Chrome o permitiu obter 22,12% do mercado no mês de julho, enquanto o Firefox ficou com 21,65%. Embora tenha registrado queda nos últimos 12 meses, o Internet Explorer possui 45,51% de participação no mercado de navegadores do Reino Unido.

Por um lado, segundo a Statcounter, o Google conseguiu crescer no mercado apresentando o Chrome como um navegador leve e rápido, usado como base do sistema operacional Chrome OS, presente nos notebooks Chromebooks. Já a Mozilla vem perdendo usuários em 2011, motivo que, de acordo com a Statcounter, a empresa lançou duas novas versões do Firefox, a 4 e a 5, em um período de três meses.


Chrome teve aumento no número de usuários no
Reino Unido (Foto: Reprodução)

Vírus para Mac pode ser o primeiro ligado a operação de espionagem


Um vírus para Mac OS X encontrado no final de junho pela Dr. Web está atraindo a atenção de especialistas depois uma análise da Microsoft na semana passada, indicando que o vírus pode ter uma “missão”, ou seja, estar ligado aos ataques de espionagem. A praga foi batizada de Olyx. O pacote em que ela foi encontrada promete ser uma página da Wikipedia sobre as manifestações ocorridas na cidade chinesa de Ürümqi, capital da província de Xinjiang, em 2009. O conteúdo chegou a ser proibido na China, o que indica que maiores alvos do ataque seriam pessoas tentando burlar a censura da internet no país.

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.
Localização de Ürumqi, na China  (Foto: Arte G1)Localização de Ürumqi, na China (Foto: Arte G1)
As manifestações em Ürümqi envolveram atritos entre dois grupos étnicos na China. Quando a violência teve início, o governo cortou comunicações com o local e a maior parte das informações veio de fontes oficiais. O incidente teria deixado quase 200 mortos e mais de 1,5 mil feridos. Os números exatos variam dependendo da fonte.
As motivações do ataque não seriam diferentes da Operação Aurora – um ataque também ligado à China – que nega as acusações – e que teria roubado dados do Google.
Os principais alvos da Aurora seriam ativistas políticos usuários do Gmail. A existência da operação Aurora foi divulgada no início de 2010, mas, em junho de 2011, o Google voltou a comentar sobre ataques a usuários do Gmail, mais uma vez ligando a China ao ocorrido e com ativistas políticos entre os alvos.
Brasil estava entre os países atacados pela rede de espionagem GhostNet (Foto: Reprodução/IWM)Brasil estava entre os países atacados pela rede
de espionagem GhostNet (Foto: Reprodução/IWM)
GhostNet
O pacote malicioso encontrado em junho, que prometia fotos e informações sobre Ürümqi, tinha duas pragas digitais – uma para Windows e outra para Mac.
A praga para Windows tem duas características curiosas. A primeira é que ela está assinada digitalmente – fato que aponta para uma sofisticação no ataque. A segunda é seu comportamento: o código é muito semelhante ao que foi usado em outra operação de espionagem, a GhostNet.
A GhostNet é a mais extensa operação de espionagem digital já documentada. Ela teria infectado mais de 1,2 mil computadores em 103 países. O serviço de controle dessa rede era baseado na China, segundo os especialistas que desvendaram seu funcionamento.
Segundo eles, os alvos eram ministros das Relações Exteriores, de embaixadas e de pessoas ligadas ao Dalai Lama, líder espiritual do Tibete.
Não existe nenhuma evidência de que o governo chinês estaria envolvido com qualquer um desses ataques e ainda não há maneira de explicar por que uma praga semelhante à da GhostNet estaria sendo distribuída junto com um pacote que promete conteúdo sensível na China.
Ataques ao Google teriam como alvo dissidentes políticos na China (Foto: Jason Lee/Reuters)Ataques ao Google teriam como alvo dissidentes
políticos na China (Foto: Jason Lee/Reuters)
Outras operações chinesas
A operação de espionagem Dragão Noturno teve como alvo companhias de energia, principalmente as de petróleo. Segundo a fabricante de antivírus McAfee, os horários de maior atividade da rede eram os mesmos do horário comercial chinês – uma indicativa de que essa operação também seria de origem chinesa.
O cavalo de troia do Windows disseminado junto com o do Mac também tinha semelhanças com o código do Dragão Noturno.
Outra operação supostamente chinesa foi a Titan Rain, que teria começado em 2003 e atacado o governo dos EUA e várias empresas que prestam serviços e fabricam armas para o exército, além da NASA.
Ameaças avançadas
Independentemente da origem dos ataques, os códigos e métodos envolvidos constituem as ameaças avançadas persistentes (APTs).
Ao contrário da maioria das pragas, o objetivo de uma APT não é se disseminar para toda a internet e sim atingir alvos específicos. Normalmente isso é feito com e-mails enviados diretamente – e somente – para os alvos.
É por isso que o pacote com o vírus para Mac e Windows aponta para uma possível ligação para esse tipo de ataque: uma isca incomum, mas que chegará às mãos de pessoas com um interesse específico.
Como os vírus são feitos especificamente para seus alvos, a detecção da praga por antivírus costuma ser baixa.
Segundo Costin Raiu, especialista em vírus da Kaspersky, Macs não são mais seguros do que Windows quando o assunto são ataques direcionados.
O aparecimento do primeiro ataque direcionado para Mac serviria como uma prova do que disse o especialista, mas ainda há muitas informações pouco claras sobre o vírus Olyx e, caso ele seja mesmo uma ameaça desse tipo, o maior erro seria ignorá-lo.

*Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança digital”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na páginahttp://twitter.com/g1seguranca.

Vírus para Mac pode ser o primeiro ligado a operação de espionagem


Um vírus para Mac OS X encontrado no final de junho pela Dr. Web está atraindo a atenção de especialistas depois uma análise da Microsoft na semana passada, indicando que o vírus pode ter uma “missão”, ou seja, estar ligado aos ataques de espionagem. A praga foi batizada de Olyx. O pacote em que ela foi encontrada promete ser uma página da Wikipedia sobre as manifestações ocorridas na cidade chinesa de Ürümqi, capital da província de Xinjiang, em 2009. O conteúdo chegou a ser proibido na China, o que indica que maiores alvos do ataque seriam pessoas tentando burlar a censura da internet no país.

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.
Localização de Ürumqi, na China  (Foto: Arte G1)Localização de Ürumqi, na China (Foto: Arte G1)
As manifestações em Ürümqi envolveram atritos entre dois grupos étnicos na China. Quando a violência teve início, o governo cortou comunicações com o local e a maior parte das informações veio de fontes oficiais. O incidente teria deixado quase 200 mortos e mais de 1,5 mil feridos. Os números exatos variam dependendo da fonte.
As motivações do ataque não seriam diferentes da Operação Aurora – um ataque também ligado à China – que nega as acusações – e que teria roubado dados do Google.
Os principais alvos da Aurora seriam ativistas políticos usuários do Gmail. A existência da operação Aurora foi divulgada no início de 2010, mas, em junho de 2011, o Google voltou a comentar sobre ataques a usuários do Gmail, mais uma vez ligando a China ao ocorrido e com ativistas políticos entre os alvos.
Brasil estava entre os países atacados pela rede de espionagem GhostNet (Foto: Reprodução/IWM)Brasil estava entre os países atacados pela rede
de espionagem GhostNet (Foto: Reprodução/IWM)
GhostNet
O pacote malicioso encontrado em junho, que prometia fotos e informações sobre Ürümqi, tinha duas pragas digitais – uma para Windows e outra para Mac.
A praga para Windows tem duas características curiosas. A primeira é que ela está assinada digitalmente – fato que aponta para uma sofisticação no ataque. A segunda é seu comportamento: o código é muito semelhante ao que foi usado em outra operação de espionagem, a GhostNet.
A GhostNet é a mais extensa operação de espionagem digital já documentada. Ela teria infectado mais de 1,2 mil computadores em 103 países. O serviço de controle dessa rede era baseado na China, segundo os especialistas que desvendaram seu funcionamento.
Segundo eles, os alvos eram ministros das Relações Exteriores, de embaixadas e de pessoas ligadas ao Dalai Lama, líder espiritual do Tibete.
Não existe nenhuma evidência de que o governo chinês estaria envolvido com qualquer um desses ataques e ainda não há maneira de explicar por que uma praga semelhante à da GhostNet estaria sendo distribuída junto com um pacote que promete conteúdo sensível na China.
Ataques ao Google teriam como alvo dissidentes políticos na China (Foto: Jason Lee/Reuters)Ataques ao Google teriam como alvo dissidentes
políticos na China (Foto: Jason Lee/Reuters)
Outras operações chinesas
A operação de espionagem Dragão Noturno teve como alvo companhias de energia, principalmente as de petróleo. Segundo a fabricante de antivírus McAfee, os horários de maior atividade da rede eram os mesmos do horário comercial chinês – uma indicativa de que essa operação também seria de origem chinesa.
O cavalo de troia do Windows disseminado junto com o do Mac também tinha semelhanças com o código do Dragão Noturno.
Outra operação supostamente chinesa foi a Titan Rain, que teria começado em 2003 e atacado o governo dos EUA e várias empresas que prestam serviços e fabricam armas para o exército, além da NASA.
Ameaças avançadas
Independentemente da origem dos ataques, os códigos e métodos envolvidos constituem as ameaças avançadas persistentes (APTs).
Ao contrário da maioria das pragas, o objetivo de uma APT não é se disseminar para toda a internet e sim atingir alvos específicos. Normalmente isso é feito com e-mails enviados diretamente – e somente – para os alvos.
É por isso que o pacote com o vírus para Mac e Windows aponta para uma possível ligação para esse tipo de ataque: uma isca incomum, mas que chegará às mãos de pessoas com um interesse específico.
Como os vírus são feitos especificamente para seus alvos, a detecção da praga por antivírus costuma ser baixa.
Segundo Costin Raiu, especialista em vírus da Kaspersky, Macs não são mais seguros do que Windows quando o assunto são ataques direcionados.
O aparecimento do primeiro ataque direcionado para Mac serviria como uma prova do que disse o especialista, mas ainda há muitas informações pouco claras sobre o vírus Olyx e, caso ele seja mesmo uma ameaça desse tipo, o maior erro seria ignorá-lo.

*Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança digital”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na páginahttp://twitter.com/g1seguranca.