Audi
A criação é assinada pela agencia BBH London e a trilha é “Draculo”, da dupla inglesa Basement Jaxx. Direção criativa: Nick Kidney e Kevin Stark.
1º - Mercedes-Benz E-Class Estate
2º - Volkswagen Fusca
3º - Ferrari 458 Italia
4º - MINI Cooper
5º - Volvo V70
6º - Volkswagen Golf GTI
7º - Alfa Romeo Spider
8º - Rolls-Royce Ghost
9º - Aston Martin Vanquish
10º - Land Rover Discovery
1º - Mercedes-Benz E-Class Estate
2º - Volkswagen Fusca
3º - Ferrari 458 Italia
4º - MINI Cooper
5º - Volvo V70
6º - Volkswagen Golf GTI
7º - Alfa Romeo Spider
8º - Rolls-Royce Ghost
9º - Aston Martin Vanquish
10º - Land Rover Discovery
Cientistas identificaram uma espécie até agora desconhecida de bactéria ajudando a enferrujar cada vez mais o que sobrou do navio Titanic.
Segundo os pesquisadores, a bactéria está contribuindo para a rápida deterioração dos destroços do navio.
A descoberta revela uma potencial nova ameaça microbiana para o casco dos navios e das estruturas metálicas submarinas, como plataformas de petróleo.
Bactéria da ferrugem
Os pesquisadores isolaram o novo microrganismo de um "rustículo" - um aglomerado de ferrugem - retirado do Titanic, que está 3,8 km abaixo da superfície do oceano.
A nova bactéria foi batizada de Halomonas titanicae.
A avaliar a capacidade do microrganismo causar corrosão em metais, os cientistas das universidades de Halifax, no Canadá, e Sevilha, na Espanha, descobriram que ele é capaz de aderir a superfícies de aço, criando saliências de ferrugem.
Eles acreditam que os rustículos, saliências de ferrugem que lembram as estalactites das cavernas, encontradas ao redor de todo o casco do Titanic, sejam formados por um processo bacteriano similar.
Embora os rustículos pareçam ser estruturas sólidas, eles são altamente porosos e contêm uma complexa variedade de bactérias, sugerindo que a H. titanicae pode trabalhar em conjunto com outros organismos para acelerar a corrosão do metal.
Biodegradação de metais
Mas os cientistas veem um lado positivo na ação da bactéria, que pode ajudar na biodegradação de materiais que afundam no oceano.
"Nós acreditamos que a H. titanicae desempenha um papel na reciclagem de estruturas de ferro em determinadas profundidades. Isto pode ser útil no descarte de navios antigos e plataformas petrolíferas que tenham sido limpos de toxinas e produtos à base de óleo e, em seguida, enviados para o fundo do oceano," afirmaram eles.
Contudo, eles alertam que não é possível determinar se a bactéria chegou ao Titanic antes ou depois dele afundar. E, como não era conhecida, ninguém sabe ao certo a ação da bactéria sobre outras estruturas metálicas.
"Encontrar respostas para essas perguntas não apenas nos dará uma melhor compreensão dos nossos oceanos, mas também pode nos ajudar a projetar revestimentos que possam evitar deterioração semelhante em outras estruturas metálicas," concluem eles em seu artigo.
Bibliografia:Cientistas identificaram uma espécie até agora desconhecida de bactéria ajudando a enferrujar cada vez mais o que sobrou do navio Titanic.
Segundo os pesquisadores, a bactéria está contribuindo para a rápida deterioração dos destroços do navio.
A descoberta revela uma potencial nova ameaça microbiana para o casco dos navios e das estruturas metálicas submarinas, como plataformas de petróleo.
Bactéria da ferrugem
Os pesquisadores isolaram o novo microrganismo de um "rustículo" - um aglomerado de ferrugem - retirado do Titanic, que está 3,8 km abaixo da superfície do oceano.
A nova bactéria foi batizada de Halomonas titanicae.
A avaliar a capacidade do microrganismo causar corrosão em metais, os cientistas das universidades de Halifax, no Canadá, e Sevilha, na Espanha, descobriram que ele é capaz de aderir a superfícies de aço, criando saliências de ferrugem.
Eles acreditam que os rustículos, saliências de ferrugem que lembram as estalactites das cavernas, encontradas ao redor de todo o casco do Titanic, sejam formados por um processo bacteriano similar.
Embora os rustículos pareçam ser estruturas sólidas, eles são altamente porosos e contêm uma complexa variedade de bactérias, sugerindo que a H. titanicae pode trabalhar em conjunto com outros organismos para acelerar a corrosão do metal.
Biodegradação de metais
Mas os cientistas veem um lado positivo na ação da bactéria, que pode ajudar na biodegradação de materiais que afundam no oceano.
"Nós acreditamos que a H. titanicae desempenha um papel na reciclagem de estruturas de ferro em determinadas profundidades. Isto pode ser útil no descarte de navios antigos e plataformas petrolíferas que tenham sido limpos de toxinas e produtos à base de óleo e, em seguida, enviados para o fundo do oceano," afirmaram eles.
Contudo, eles alertam que não é possível determinar se a bactéria chegou ao Titanic antes ou depois dele afundar. E, como não era conhecida, ninguém sabe ao certo a ação da bactéria sobre outras estruturas metálicas.
"Encontrar respostas para essas perguntas não apenas nos dará uma melhor compreensão dos nossos oceanos, mas também pode nos ajudar a projetar revestimentos que possam evitar deterioração semelhante em outras estruturas metálicas," concluem eles em seu artigo.
Bibliografia:Cientistas identificaram uma espécie até agora desconhecida de bactéria ajudando a enferrujar cada vez mais o que sobrou do navio Titanic.
Segundo os pesquisadores, a bactéria está contribuindo para a rápida deterioração dos destroços do navio.
A descoberta revela uma potencial nova ameaça microbiana para o casco dos navios e das estruturas metálicas submarinas, como plataformas de petróleo.
Bactéria da ferrugem
Os pesquisadores isolaram o novo microrganismo de um "rustículo" - um aglomerado de ferrugem - retirado do Titanic, que está 3,8 km abaixo da superfície do oceano.
A nova bactéria foi batizada de Halomonas titanicae.
A avaliar a capacidade do microrganismo causar corrosão em metais, os cientistas das universidades de Halifax, no Canadá, e Sevilha, na Espanha, descobriram que ele é capaz de aderir a superfícies de aço, criando saliências de ferrugem.
Eles acreditam que os rustículos, saliências de ferrugem que lembram as estalactites das cavernas, encontradas ao redor de todo o casco do Titanic, sejam formados por um processo bacteriano similar.
Embora os rustículos pareçam ser estruturas sólidas, eles são altamente porosos e contêm uma complexa variedade de bactérias, sugerindo que a H. titanicae pode trabalhar em conjunto com outros organismos para acelerar a corrosão do metal.
Biodegradação de metais
Mas os cientistas veem um lado positivo na ação da bactéria, que pode ajudar na biodegradação de materiais que afundam no oceano.
"Nós acreditamos que a H. titanicae desempenha um papel na reciclagem de estruturas de ferro em determinadas profundidades. Isto pode ser útil no descarte de navios antigos e plataformas petrolíferas que tenham sido limpos de toxinas e produtos à base de óleo e, em seguida, enviados para o fundo do oceano," afirmaram eles.
Contudo, eles alertam que não é possível determinar se a bactéria chegou ao Titanic antes ou depois dele afundar. E, como não era conhecida, ninguém sabe ao certo a ação da bactéria sobre outras estruturas metálicas.
"Encontrar respostas para essas perguntas não apenas nos dará uma melhor compreensão dos nossos oceanos, mas também pode nos ajudar a projetar revestimentos que possam evitar deterioração semelhante em outras estruturas metálicas," concluem eles em seu artigo.
Bibliografia:Cientistas identificaram uma espécie até agora desconhecida de bactéria ajudando a enferrujar cada vez mais o que sobrou do navio Titanic.
Segundo os pesquisadores, a bactéria está contribuindo para a rápida deterioração dos destroços do navio.
A descoberta revela uma potencial nova ameaça microbiana para o casco dos navios e das estruturas metálicas submarinas, como plataformas de petróleo.
Bactéria da ferrugem
Os pesquisadores isolaram o novo microrganismo de um "rustículo" - um aglomerado de ferrugem - retirado do Titanic, que está 3,8 km abaixo da superfície do oceano.
A nova bactéria foi batizada de Halomonas titanicae.
A avaliar a capacidade do microrganismo causar corrosão em metais, os cientistas das universidades de Halifax, no Canadá, e Sevilha, na Espanha, descobriram que ele é capaz de aderir a superfícies de aço, criando saliências de ferrugem.
Eles acreditam que os rustículos, saliências de ferrugem que lembram as estalactites das cavernas, encontradas ao redor de todo o casco do Titanic, sejam formados por um processo bacteriano similar.
Embora os rustículos pareçam ser estruturas sólidas, eles são altamente porosos e contêm uma complexa variedade de bactérias, sugerindo que a H. titanicae pode trabalhar em conjunto com outros organismos para acelerar a corrosão do metal.
Biodegradação de metais
Mas os cientistas veem um lado positivo na ação da bactéria, que pode ajudar na biodegradação de materiais que afundam no oceano.
"Nós acreditamos que a H. titanicae desempenha um papel na reciclagem de estruturas de ferro em determinadas profundidades. Isto pode ser útil no descarte de navios antigos e plataformas petrolíferas que tenham sido limpos de toxinas e produtos à base de óleo e, em seguida, enviados para o fundo do oceano," afirmaram eles.
Contudo, eles alertam que não é possível determinar se a bactéria chegou ao Titanic antes ou depois dele afundar. E, como não era conhecida, ninguém sabe ao certo a ação da bactéria sobre outras estruturas metálicas.
"Encontrar respostas para essas perguntas não apenas nos dará uma melhor compreensão dos nossos oceanos, mas também pode nos ajudar a projetar revestimentos que possam evitar deterioração semelhante em outras estruturas metálicas," concluem eles em seu artigo.
Bibliografia:Cientistas identificaram uma espécie até agora desconhecida de bactéria ajudando a enferrujar cada vez mais o que sobrou do navio Titanic.
Segundo os pesquisadores, a bactéria está contribuindo para a rápida deterioração dos destroços do navio.
A descoberta revela uma potencial nova ameaça microbiana para o casco dos navios e das estruturas metálicas submarinas, como plataformas de petróleo.
Bactéria da ferrugem
Os pesquisadores isolaram o novo microrganismo de um "rustículo" - um aglomerado de ferrugem - retirado do Titanic, que está 3,8 km abaixo da superfície do oceano.
A nova bactéria foi batizada de Halomonas titanicae.
A avaliar a capacidade do microrganismo causar corrosão em metais, os cientistas das universidades de Halifax, no Canadá, e Sevilha, na Espanha, descobriram que ele é capaz de aderir a superfícies de aço, criando saliências de ferrugem.
Eles acreditam que os rustículos, saliências de ferrugem que lembram as estalactites das cavernas, encontradas ao redor de todo o casco do Titanic, sejam formados por um processo bacteriano similar.
Embora os rustículos pareçam ser estruturas sólidas, eles são altamente porosos e contêm uma complexa variedade de bactérias, sugerindo que a H. titanicae pode trabalhar em conjunto com outros organismos para acelerar a corrosão do metal.
Biodegradação de metais
Mas os cientistas veem um lado positivo na ação da bactéria, que pode ajudar na biodegradação de materiais que afundam no oceano.
"Nós acreditamos que a H. titanicae desempenha um papel na reciclagem de estruturas de ferro em determinadas profundidades. Isto pode ser útil no descarte de navios antigos e plataformas petrolíferas que tenham sido limpos de toxinas e produtos à base de óleo e, em seguida, enviados para o fundo do oceano," afirmaram eles.
Contudo, eles alertam que não é possível determinar se a bactéria chegou ao Titanic antes ou depois dele afundar. E, como não era conhecida, ninguém sabe ao certo a ação da bactéria sobre outras estruturas metálicas.
"Encontrar respostas para essas perguntas não apenas nos dará uma melhor compreensão dos nossos oceanos, mas também pode nos ajudar a projetar revestimentos que possam evitar deterioração semelhante em outras estruturas metálicas," concluem eles em seu artigo.
Bibliografia:Cientistas identificaram uma espécie até agora desconhecida de bactéria ajudando a enferrujar cada vez mais o que sobrou do navio Titanic.
Segundo os pesquisadores, a bactéria está contribuindo para a rápida deterioração dos destroços do navio.
A descoberta revela uma potencial nova ameaça microbiana para o casco dos navios e das estruturas metálicas submarinas, como plataformas de petróleo.
Bactéria da ferrugem
Os pesquisadores isolaram o novo microrganismo de um "rustículo" - um aglomerado de ferrugem - retirado do Titanic, que está 3,8 km abaixo da superfície do oceano.
A nova bactéria foi batizada de Halomonas titanicae.
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Eles acreditam que os rustículos, saliências de ferrugem que lembram as estalactites das cavernas, encontradas ao redor de todo o casco do Titanic, sejam formados por um processo bacteriano similar.
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"Encontrar respostas para essas perguntas não apenas nos dará uma melhor compreensão dos nossos oceanos, mas também pode nos ajudar a projetar revestimentos que possam evitar deterioração semelhante em outras estruturas metálicas," concluem eles em seu artigo.
Bibliografia:Gizmodo
Como uma pessoa consegue se lembrar de comerciais? A BMW pode ter a resposta. A montadora alemã projetou para a platéia de um cinema uma luz fortíssima através de sua logo recortada. Quando disseram para o pessoal abrir os olhos, eles ainda viam as 3 letras: BMW.
Este vídeo explica que o efeito na retina é o mesmo do verificado em alguém que olhou por muito tempo para o sol. Quando fecha-se os olhos disso, você ainda vê um grande ponto (ou fica cego). A BMW usou este efeito para seu benefício em uma projeção de filme, fazendo um flash rápido de sua logo. Quando a platéia foi instruída a fechar os olhos a mágica aconteceu.
Isso é publicidade criativa (e eles dizem que não machuca) e o grupo focal pareceram bem impressionados com o efeito. E casou bem com o comercial inteiro. Você pode ver aqui como funciona, mas o efeito não rola assistindo o vídeo no Youtube. [Wired]
Gizmodo
Como uma pessoa consegue se lembrar de comerciais? A BMW pode ter a resposta. A montadora alemã projetou para a platéia de um cinema uma luz fortíssima através de sua logo recortada. Quando disseram para o pessoal abrir os olhos, eles ainda viam as 3 letras: BMW.
Este vídeo explica que o efeito na retina é o mesmo do verificado em alguém que olhou por muito tempo para o sol. Quando fecha-se os olhos disso, você ainda vê um grande ponto (ou fica cego). A BMW usou este efeito para seu benefício em uma projeção de filme, fazendo um flash rápido de sua logo. Quando a platéia foi instruída a fechar os olhos a mágica aconteceu.
Isso é publicidade criativa (e eles dizem que não machuca) e o grupo focal pareceram bem impressionados com o efeito. E casou bem com o comercial inteiro. Você pode ver aqui como funciona, mas o efeito não rola assistindo o vídeo no Youtube. [Wired]
Gizmodo
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Este vídeo explica que o efeito na retina é o mesmo do verificado em alguém que olhou por muito tempo para o sol. Quando fecha-se os olhos disso, você ainda vê um grande ponto (ou fica cego). A BMW usou este efeito para seu benefício em uma projeção de filme, fazendo um flash rápido de sua logo. Quando a platéia foi instruída a fechar os olhos a mágica aconteceu.
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Gizmodo
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Este vídeo explica que o efeito na retina é o mesmo do verificado em alguém que olhou por muito tempo para o sol. Quando fecha-se os olhos disso, você ainda vê um grande ponto (ou fica cego). A BMW usou este efeito para seu benefício em uma projeção de filme, fazendo um flash rápido de sua logo. Quando a platéia foi instruída a fechar os olhos a mágica aconteceu.
Isso é publicidade criativa (e eles dizem que não machuca) e o grupo focal pareceram bem impressionados com o efeito. E casou bem com o comercial inteiro. Você pode ver aqui como funciona, mas o efeito não rola assistindo o vídeo no Youtube. [Wired]