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Quatro filhotes de panda-vermelho nascem em zoo dos Estados Unidos

Fato ocorreu em unidades do zoo Smithsonian de Washington e Virginia.
Reprodução em cativeiro da espécie é comum nos EUA.

O Zoológico Nacional Smithsonian, que mantém duas unidades nos Estados Unidos, divulgou no último dia 21 de julho o nascimento de quatro filhotes de panda-vermelho (Ailurus fulgens).
De acordo com o zoo, dois filhotes do sexo feminino nasceram em 5 de junho de uma fêmea chamada "Lao Mei", abrigada em um instituto de pesquisas pertencente ao Smithsonian, em Front Royal, na Virginia.

Veterinária examina um dos filhotes de panda-vermelho nascidos no instituto pertencente ao Smithsonian, localizado na Virginia (Foto: Divulgação/Mehgan Murphy/Smithsonian's National Zoo)Veterinária examina um dos filhotes de panda-vermelho nascidos no instituto pertencente ao Smithsonian, localizado na Virginia (Foto: Divulgação/Mehgan Murphy/Smithsonian's National Zoo)
Duas semanas depois, no dia 17 de junho, foi a vez da fêmea de panda-vermelho de nome "Shama" dar à luz a outros dois filhotes na unidade de Washington. O sexo dos bebês não foi revelado.
Veterinários afirmaram que os quatro recém-nascidos estão ganhando peso e aparentam estar saudáveis. A exposição ao público desses animais está atualmente fechada. A previsão é que a partir de setembro a visitação poderá ser iniciada.
Segundo a administração do Smithsonian, desde 1962 já nasceram 100 filhotes de panda-vermelho em cativeiro somente nas instalações do zoo, nos EUA.
Um dos filhotes de panda-vermelho nascido nos Estados Unidos. De acordo com o zoológico Smithsonian, quatro filhotes da espécie nasceram em junho nas unidades de Washington e da Virginia (Foto: Divulgação/Mehgan Murphy/Smithsonian's National Zoo) 
Um dos filhotes de panda-vermelho que nasceu nos Estados Unidos. De acordo com o zoológico Smithsonian, quatro filhotes da espécie nasceram em junho nas unidades de Washington e da Virginia (Foto: Divulgação/Mehgan Murphy/Smithsonian's National Zoo)

Quatro filhotes de panda-vermelho nascem em zoo dos Estados Unidos

Fato ocorreu em unidades do zoo Smithsonian de Washington e Virginia.
Reprodução em cativeiro da espécie é comum nos EUA.

O Zoológico Nacional Smithsonian, que mantém duas unidades nos Estados Unidos, divulgou no último dia 21 de julho o nascimento de quatro filhotes de panda-vermelho (Ailurus fulgens).
De acordo com o zoo, dois filhotes do sexo feminino nasceram em 5 de junho de uma fêmea chamada "Lao Mei", abrigada em um instituto de pesquisas pertencente ao Smithsonian, em Front Royal, na Virginia.

Veterinária examina um dos filhotes de panda-vermelho nascidos no instituto pertencente ao Smithsonian, localizado na Virginia (Foto: Divulgação/Mehgan Murphy/Smithsonian's National Zoo)Veterinária examina um dos filhotes de panda-vermelho nascidos no instituto pertencente ao Smithsonian, localizado na Virginia (Foto: Divulgação/Mehgan Murphy/Smithsonian's National Zoo)
Duas semanas depois, no dia 17 de junho, foi a vez da fêmea de panda-vermelho de nome "Shama" dar à luz a outros dois filhotes na unidade de Washington. O sexo dos bebês não foi revelado.
Veterinários afirmaram que os quatro recém-nascidos estão ganhando peso e aparentam estar saudáveis. A exposição ao público desses animais está atualmente fechada. A previsão é que a partir de setembro a visitação poderá ser iniciada.
Segundo a administração do Smithsonian, desde 1962 já nasceram 100 filhotes de panda-vermelho em cativeiro somente nas instalações do zoo, nos EUA.
Um dos filhotes de panda-vermelho nascido nos Estados Unidos. De acordo com o zoológico Smithsonian, quatro filhotes da espécie nasceram em junho nas unidades de Washington e da Virginia (Foto: Divulgação/Mehgan Murphy/Smithsonian's National Zoo) 
Um dos filhotes de panda-vermelho que nasceu nos Estados Unidos. De acordo com o zoológico Smithsonian, quatro filhotes da espécie nasceram em junho nas unidades de Washington e da Virginia (Foto: Divulgação/Mehgan Murphy/Smithsonian's National Zoo)

MT é responsável por 28% dos focos de queimadas registrados no país

Inpe registrou 1.777 focos de queimadas entre janeiro e julho, em MT.
No Brasil, foram verificadas 6.102 queimadas no mesmo período.

Queimada em Mato Grosso (Foto: Guilherme Filho/Secom-MT)Governo do estado decidiu ampliar o período de proibição de queimadas. (Foto: Guilherme Filho/Secom-MT)
As queimadas no estado de Mato Grosso já são responsáveis por 28% do número total de focos registrados no Brasil, neste ano. Dados dos satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que das 6.102 queimadas identificadas no país, 1.777 ocorreram no estado, no período de 1º de janeiro a 21 de julho.

Apesar de o número estar abaixo do identificado no mesmo período do ano passado, quando foram registrados 2.852 focos de incêndio no território mato-grossense, a incidência poderá aumentar nos próximos dias devido à alta temperatura, baixa umidade do ar e ao alto índice de desmatamento. A avaliação é do professor e biólogo Romildo Gonçalves, do Instituto de Biociências da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
O biólogo explica que as massas de ar quente e seco estão cada vez mais frequentes no país, o que estaria causando reflexos no estado, além das intempéries influenciarem diretamente na vegetação. “As condições climáticas, com a evolução do aquecimento global, têm reflexo direto no ecossistema e, em Mato Grosso, não será muito diferente neste ano em comparação com o último”, frisou o professor, em entrevista ao G1. Segundo ele, o período mais crítico para queimadas são os meses de agosto e setembro.
Arte - queimadas (Foto: Editoria de Arte/G1)
Enquanto em abril os satélites captaram 89 focos de queimadas em Mato Grosso, em maio foram 325. Em junho, o índice cresceu para 900 e, até o dia 21 de julho (quinta-feira), o estado já tinha acumulado 356 focos. Em outro aspecto, o professor considera motivo de preocupação a devastação na região da Amazônia Legal, em que o estado teve, por exemplo, 93,7 km² de florestas devastadas no mês de maio, sendo que em abril perdeu 405,5 km² de mata, segundo relatório do Inpe. Para Gonçalves, os dados reforçam o risco da ocorrência de mais queimadas neste ano do que em 2010. "Depois de tirar a mata, as pessoas colocam fogo para usar a área", frisa.
Parque Nacional
Em 2010, o fogo consumiu cerca de um terço do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, cobrindo Cuiabá de fumaça escura. A estimativa é que 11 mil hectares tenham sido consumidos no incêndio. Com um ecossistema que inclui de savanas a matas fechadas, o parque abriga sítios arqueológicos e cabeceiras de vários rios das bacias do Alto Paraguai e Amazônica. " O alerta neste ano vale para o Pantanal mato-grossense e o Parque Nacional do Xingu, que não registram incêndios há oito anos, mas podem sofrer alterações pela falta de infraestrutura e proteção ambiental", avaliou Romildo Gonçalves.
O Comitê de Gestão do Fogo de Mato Grosso informou que as cidades com maior número de alertas de incêndios são Tangará da Serra, Cláudia e Querência, localizadas na regiões norte e médio norte do estado. O tenente-coronel Dércio Santos, coordenador-geral adjunto do Comitê, declarou ao G1 que a meta é reduzir 65% da quantidade de focos de calor registrados em 2010 e retirar o estado da lista dos que mais queimam.
O coordenador disse ainda que o Corpo de Bombeiros está presente em 17 das 141 cidades mato-grossenses, com bases operacionais montadas com o objetivo de controlar o fogo. "Nós já reduzimos muito em relação ao último ano e estamos atuando com reforço e apoio das prefeituras dos municípios para o combate às queimadas. Porém, temos que avaliar que a estiagem e a baixa umidade são ameaças contanstantes, mas podemos mudar o quadro com a nossa conduta", pontuou o tenente-coronel.
Ele frisa que a questão da educação ambiental também é séria e que as pessoas devem contribuir para a diminução dos focos, deixando as práticas e a cultura de colocar fogo, por exemplo, em folhas secas ou nos quintais de casa. "Muitos incêndios registrados, senão a maioria, foram provocados pelo homem", afirma.
Quanto ao desmatamento, o coordenador admite que o índice registrado no território mato-grossense poderá colaborar para que a situação das queimadas se agrave, porém, considera que o governo do estado e a união têm realizado trabalhos intensivos com a finalidade de diminuir o número de áreas devastadas.
Investimento
O combate às queimadas deve custar mais de R$ 111,5 milhões durante o período proibitivo no estado, que este ano será de de 1º de julho a 15 de outubro, considerado o mais longo da história. Diante dos altos índices de focos de queimada, o pedido de antecipação e ampliação foi feito pelo secretário de Meio Ambiente de Mato Grosso, Alexander Maia. Ao todo, o estado pretende contar com o trabalho de dois mil homens de todos os órgãos ambientais durante o período proibitivo.
O montante foi calculado com base no planejamento orçamentário do Governo do Estado, Departamento Nacional de Infra-estrutura (Dnit) e Corpo de Bombeiros. O secretário Alexander Maia disse que o Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA) autorizou a liberação de R$ 13 milhões para a instalação de uma base de controle das ocorrências em Sinop, a 503 quilômetros de Cuiabá.
A pretensão, de acordo com o secretário, é implantar quatro bases semelhantes a essa, porém, segundo ele, ainda não há recursos liberados para o projeto. O montante será gasto na compra de equipamentos para as equipes do Corpo de Bombeiros e da Secretaria de Meio Ambiente do Estado (Sema). Embora tenha sido contemplado com a verba, o governo do estado havia requisitado R$ 80 milhões para investir nas ações de combate e prevenção.
Além dessa verba, Maia afirmou que serão gastos R$ 5 milhões em campanhas publicitárias com a finalidade de tentar conscientizar a população sobre os riscos dos incêndios, assim como alertar sobre a penalidade aplicada ao responsável pelo crime ambiental. As multas variam entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil por hectare para áreas abertas e de floresta, respectivamente.

MT é responsável por 28% dos focos de queimadas registrados no país

Inpe registrou 1.777 focos de queimadas entre janeiro e julho, em MT.
No Brasil, foram verificadas 6.102 queimadas no mesmo período.

Queimada em Mato Grosso (Foto: Guilherme Filho/Secom-MT)Governo do estado decidiu ampliar o período de proibição de queimadas. (Foto: Guilherme Filho/Secom-MT)
As queimadas no estado de Mato Grosso já são responsáveis por 28% do número total de focos registrados no Brasil, neste ano. Dados dos satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que das 6.102 queimadas identificadas no país, 1.777 ocorreram no estado, no período de 1º de janeiro a 21 de julho.

Apesar de o número estar abaixo do identificado no mesmo período do ano passado, quando foram registrados 2.852 focos de incêndio no território mato-grossense, a incidência poderá aumentar nos próximos dias devido à alta temperatura, baixa umidade do ar e ao alto índice de desmatamento. A avaliação é do professor e biólogo Romildo Gonçalves, do Instituto de Biociências da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
O biólogo explica que as massas de ar quente e seco estão cada vez mais frequentes no país, o que estaria causando reflexos no estado, além das intempéries influenciarem diretamente na vegetação. “As condições climáticas, com a evolução do aquecimento global, têm reflexo direto no ecossistema e, em Mato Grosso, não será muito diferente neste ano em comparação com o último”, frisou o professor, em entrevista ao G1. Segundo ele, o período mais crítico para queimadas são os meses de agosto e setembro.
Arte - queimadas (Foto: Editoria de Arte/G1)
Enquanto em abril os satélites captaram 89 focos de queimadas em Mato Grosso, em maio foram 325. Em junho, o índice cresceu para 900 e, até o dia 21 de julho (quinta-feira), o estado já tinha acumulado 356 focos. Em outro aspecto, o professor considera motivo de preocupação a devastação na região da Amazônia Legal, em que o estado teve, por exemplo, 93,7 km² de florestas devastadas no mês de maio, sendo que em abril perdeu 405,5 km² de mata, segundo relatório do Inpe. Para Gonçalves, os dados reforçam o risco da ocorrência de mais queimadas neste ano do que em 2010. "Depois de tirar a mata, as pessoas colocam fogo para usar a área", frisa.
Parque Nacional
Em 2010, o fogo consumiu cerca de um terço do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, cobrindo Cuiabá de fumaça escura. A estimativa é que 11 mil hectares tenham sido consumidos no incêndio. Com um ecossistema que inclui de savanas a matas fechadas, o parque abriga sítios arqueológicos e cabeceiras de vários rios das bacias do Alto Paraguai e Amazônica. " O alerta neste ano vale para o Pantanal mato-grossense e o Parque Nacional do Xingu, que não registram incêndios há oito anos, mas podem sofrer alterações pela falta de infraestrutura e proteção ambiental", avaliou Romildo Gonçalves.
O Comitê de Gestão do Fogo de Mato Grosso informou que as cidades com maior número de alertas de incêndios são Tangará da Serra, Cláudia e Querência, localizadas na regiões norte e médio norte do estado. O tenente-coronel Dércio Santos, coordenador-geral adjunto do Comitê, declarou ao G1 que a meta é reduzir 65% da quantidade de focos de calor registrados em 2010 e retirar o estado da lista dos que mais queimam.
O coordenador disse ainda que o Corpo de Bombeiros está presente em 17 das 141 cidades mato-grossenses, com bases operacionais montadas com o objetivo de controlar o fogo. "Nós já reduzimos muito em relação ao último ano e estamos atuando com reforço e apoio das prefeituras dos municípios para o combate às queimadas. Porém, temos que avaliar que a estiagem e a baixa umidade são ameaças contanstantes, mas podemos mudar o quadro com a nossa conduta", pontuou o tenente-coronel.
Ele frisa que a questão da educação ambiental também é séria e que as pessoas devem contribuir para a diminução dos focos, deixando as práticas e a cultura de colocar fogo, por exemplo, em folhas secas ou nos quintais de casa. "Muitos incêndios registrados, senão a maioria, foram provocados pelo homem", afirma.
Quanto ao desmatamento, o coordenador admite que o índice registrado no território mato-grossense poderá colaborar para que a situação das queimadas se agrave, porém, considera que o governo do estado e a união têm realizado trabalhos intensivos com a finalidade de diminuir o número de áreas devastadas.
Investimento
O combate às queimadas deve custar mais de R$ 111,5 milhões durante o período proibitivo no estado, que este ano será de de 1º de julho a 15 de outubro, considerado o mais longo da história. Diante dos altos índices de focos de queimada, o pedido de antecipação e ampliação foi feito pelo secretário de Meio Ambiente de Mato Grosso, Alexander Maia. Ao todo, o estado pretende contar com o trabalho de dois mil homens de todos os órgãos ambientais durante o período proibitivo.
O montante foi calculado com base no planejamento orçamentário do Governo do Estado, Departamento Nacional de Infra-estrutura (Dnit) e Corpo de Bombeiros. O secretário Alexander Maia disse que o Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA) autorizou a liberação de R$ 13 milhões para a instalação de uma base de controle das ocorrências em Sinop, a 503 quilômetros de Cuiabá.
A pretensão, de acordo com o secretário, é implantar quatro bases semelhantes a essa, porém, segundo ele, ainda não há recursos liberados para o projeto. O montante será gasto na compra de equipamentos para as equipes do Corpo de Bombeiros e da Secretaria de Meio Ambiente do Estado (Sema). Embora tenha sido contemplado com a verba, o governo do estado havia requisitado R$ 80 milhões para investir nas ações de combate e prevenção.
Além dessa verba, Maia afirmou que serão gastos R$ 5 milhões em campanhas publicitárias com a finalidade de tentar conscientizar a população sobre os riscos dos incêndios, assim como alertar sobre a penalidade aplicada ao responsável pelo crime ambiental. As multas variam entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil por hectare para áreas abertas e de floresta, respectivamente.

Tetos brancos reduzem a temperatura e retardam o aquecimento global

Segundo pesquisador Hashem Akbari, do Lawrence Berkeley National Laboratory, na California, cerca de 25% da superfície de uma cidade consiste de telhados, a monitoração de mais de 10 edifícios na Califórnia e na Flórida demonstra que o uso de tetos frios poupa, para os moradores e proprietários de imóveis, de 20 a 70% do uso anual de energia de resfriamento.

Estes produtos reduzem a transferência de calor para o interior, reduzindo custos com ar-condicionado, tetos brancos reduzem a temperatura, combatem o excesso de CO2 e retardam o aquecimento global, cada 100 m2 pintados compensam 10 t de emissão de CO2.
se em 20 anos todos os tetos forem pintados de branco, teremos o efeito de retirar metade dos carros que rodam em todo o mundo a cada ano deste programa, isso possibilitaria um atraso nos efeitos do aquecimento global.
Há uma campanha internacional para a utilização de materiais reflexivos na construção e reforma de tetos em regiões temperadas e tropicais.
A reflexão solar em pavimentos pode ser elevada 0,15, compensando 4 t de CO2 para cada 100 m2. até 2040, 70% da população mundial poderá viver nas cidades, cujas superfícies tem 60% de tetos e pavimentos.
Permanentemente aumentando a reflexão solar de tetos e pavimentos em todo o mundo, pode gerar uma compensação equivalente à emissão de 11 bilhões de carros por ano. Isto significa tirar das ruas cerca de 600 milhões de carros por 18 anos. Se somente os tetos tivessem suas cores escuras substituídas, pode-se conseguir uma compensação de 24 bilhões de toneladas de CO2.

Tetos brancos reduzem a temperatura e retardam o aquecimento global

Segundo pesquisador Hashem Akbari, do Lawrence Berkeley National Laboratory, na California, cerca de 25% da superfície de uma cidade consiste de telhados, a monitoração de mais de 10 edifícios na Califórnia e na Flórida demonstra que o uso de tetos frios poupa, para os moradores e proprietários de imóveis, de 20 a 70% do uso anual de energia de resfriamento.

Estes produtos reduzem a transferência de calor para o interior, reduzindo custos com ar-condicionado, tetos brancos reduzem a temperatura, combatem o excesso de CO2 e retardam o aquecimento global, cada 100 m2 pintados compensam 10 t de emissão de CO2.
se em 20 anos todos os tetos forem pintados de branco, teremos o efeito de retirar metade dos carros que rodam em todo o mundo a cada ano deste programa, isso possibilitaria um atraso nos efeitos do aquecimento global.
Há uma campanha internacional para a utilização de materiais reflexivos na construção e reforma de tetos em regiões temperadas e tropicais.
A reflexão solar em pavimentos pode ser elevada 0,15, compensando 4 t de CO2 para cada 100 m2. até 2040, 70% da população mundial poderá viver nas cidades, cujas superfícies tem 60% de tetos e pavimentos.
Permanentemente aumentando a reflexão solar de tetos e pavimentos em todo o mundo, pode gerar uma compensação equivalente à emissão de 11 bilhões de carros por ano. Isto significa tirar das ruas cerca de 600 milhões de carros por 18 anos. Se somente os tetos tivessem suas cores escuras substituídas, pode-se conseguir uma compensação de 24 bilhões de toneladas de CO2.

Google também investe em energia solar


Já que dominar a web não parece mais ser tão desafiador quanto antes, o Google continua firme em sua caminhada para a conquista do resto do mundo. E depois de investimentos em usinas eólicas e em servidores ecológicos resfriados pela água do mar, a bola da vez é a entrada da gigante da web em um projeto que poderá permitir que qualquer pessoa possa gerar sua própria energia elétrica a partir de painéis solares instalados em seu telhado.
Batizado de SolarCity, o negócio consiste em abrir linhas de crédito para que cidadãos e pequenos empresários (por enquanto apenas dos EUA) possa adquirir e manter painéis solares que serão instalados no telhado de suas casas ou empresas. A exemplo de qualquer financiamento, maiores valores pagos na entrada reduzem os valores das parcelas, que dependendo dos casos poderão representar “uma pequena porcentagem” das faturas das contas de energia elétrica.
Por ora o Google colocou a merreca (para seus padrões, lógico) de US$ 280 milhões no negócio, seu maior investimento em um único negócio de geração de energia limpa. Desde 2010 a empresa já investiu mais de US$ 680 milhões em variados projetos de geração de eletricidade, além de realizar seus próprios esforços no setor.
Veja o vídeo de apresentação da parceria

Vídeo do YouTube
Com informações Mashable

Google também investe em energia solar


Já que dominar a web não parece mais ser tão desafiador quanto antes, o Google continua firme em sua caminhada para a conquista do resto do mundo. E depois de investimentos em usinas eólicas e em servidores ecológicos resfriados pela água do mar, a bola da vez é a entrada da gigante da web em um projeto que poderá permitir que qualquer pessoa possa gerar sua própria energia elétrica a partir de painéis solares instalados em seu telhado.
Batizado de SolarCity, o negócio consiste em abrir linhas de crédito para que cidadãos e pequenos empresários (por enquanto apenas dos EUA) possa adquirir e manter painéis solares que serão instalados no telhado de suas casas ou empresas. A exemplo de qualquer financiamento, maiores valores pagos na entrada reduzem os valores das parcelas, que dependendo dos casos poderão representar “uma pequena porcentagem” das faturas das contas de energia elétrica.
Por ora o Google colocou a merreca (para seus padrões, lógico) de US$ 280 milhões no negócio, seu maior investimento em um único negócio de geração de energia limpa. Desde 2010 a empresa já investiu mais de US$ 680 milhões em variados projetos de geração de eletricidade, além de realizar seus próprios esforços no setor.
Veja o vídeo de apresentação da parceria

Vídeo do YouTube
Com informações Mashable

Verd.in encurta URLs e planta árvores


Encurtador de URL é o que não falta hoje em dia. A maioria deles tenta ganhar público oferecendo os links mais curtos, as melhores estatísticas ou a maior integração com as redes sociais. Mas ficamos agora conhecendo o Verd.in, que adota abordagem completamente diferente.
O diferencial do Verd.in — que, como manda etiqueta da web  2.0, está em beta — se diferencia por ter um fim ecológico: para cada 1.000 URLs encurtadas o site promete a plantação de uma árvore.
No momento da redação desse post já haviam sido encurtadas 3933 URLs, e, portanto, três árvores já haviam sido plantadas. Mais 67 endereços encurtados garantirão uma nova árvore fazendo fotossíntese no nosso planeta.

Verd.in encurta URLs e planta árvores


Encurtador de URL é o que não falta hoje em dia. A maioria deles tenta ganhar público oferecendo os links mais curtos, as melhores estatísticas ou a maior integração com as redes sociais. Mas ficamos agora conhecendo o Verd.in, que adota abordagem completamente diferente.
O diferencial do Verd.in — que, como manda etiqueta da web  2.0, está em beta — se diferencia por ter um fim ecológico: para cada 1.000 URLs encurtadas o site promete a plantação de uma árvore.
No momento da redação desse post já haviam sido encurtadas 3933 URLs, e, portanto, três árvores já haviam sido plantadas. Mais 67 endereços encurtados garantirão uma nova árvore fazendo fotossíntese no nosso planeta.

Chegou a hora de você conhecer o E-Cu


Um designer londrino, Patrick Hyland, é o pai dessa ideia de nome inusitado. O nome, aliás, vem da junção de “E”, de Environment (meio-ambiente em inglês) e “Cu”, que como todos sabem, nada mais é do que a abreviatura de Cuprum, o nosso bom e velho cobre, só que em latim.

O destaque do conceito E-Cu (além do nome) é que ele seria um celular que dispensa carregador. Bastaria deixar o E-Cu em algum lugar quentinho (como seu bolso, por exemplo) que, através da superfície termo-condutora de cobre e de um termogerador integrado ele se recarregaria automaticamente. Deixar o seu E-Cu sentadinho sobre um laptop fervente enquanto ele renderiza um vídeo também surtiria um ótimo efeito.
Segundo Hyland, carregadores indesejados produzem 51 mil toneladas de lixo (mas ele não diz em que período), fora os gases estufa gerados pela produção da eletricidade necessária para que eles sejam carregados.
Até o momento também não há nada que indique qualquer afiliação oficial do designer com a Nokia, ele possivelmente apenas usou a marca sem qualquer endosso da mesma. Só vamos torcer para que, caso a Nokia realmente resolva investir no produto, pelo menos o nome seja trocado por algo mais amigável em sua versão brasileira. Sei lá, E-Ass, por exemplo. ;)

Chegou a hora de você conhecer o E-Cu


Um designer londrino, Patrick Hyland, é o pai dessa ideia de nome inusitado. O nome, aliás, vem da junção de “E”, de Environment (meio-ambiente em inglês) e “Cu”, que como todos sabem, nada mais é do que a abreviatura de Cuprum, o nosso bom e velho cobre, só que em latim.

O destaque do conceito E-Cu (além do nome) é que ele seria um celular que dispensa carregador. Bastaria deixar o E-Cu em algum lugar quentinho (como seu bolso, por exemplo) que, através da superfície termo-condutora de cobre e de um termogerador integrado ele se recarregaria automaticamente. Deixar o seu E-Cu sentadinho sobre um laptop fervente enquanto ele renderiza um vídeo também surtiria um ótimo efeito.
Segundo Hyland, carregadores indesejados produzem 51 mil toneladas de lixo (mas ele não diz em que período), fora os gases estufa gerados pela produção da eletricidade necessária para que eles sejam carregados.
Até o momento também não há nada que indique qualquer afiliação oficial do designer com a Nokia, ele possivelmente apenas usou a marca sem qualquer endosso da mesma. Só vamos torcer para que, caso a Nokia realmente resolva investir no produto, pelo menos o nome seja trocado por algo mais amigável em sua versão brasileira. Sei lá, E-Ass, por exemplo. ;)

Concurso cultural: concorra a um par de ingressos para o SWU Brasil


Sustentabilidade não é um assunto muito rotineiro aqui no TB, mas é um tema com o qual nos preocupamos muito. É também o tema que embala o SWU, festival de música que acontece em outubro na cidade de Itu.

O festival vai reunir bandas e DJs consagradíssimos do cenário nacional e internacional, e agora você, nobre leitor tecnobloguiano, pode faturar um par de ingressos na faixa, totalmente di grátis, para comparecer ao SWU em um dia de sua escolha.
Para participar, capricha no bom humor e na criatividade, e responda a seguinte frase:
O que conseguimos fazer para nos divertir sem utilizar energia?
Você pode participar quantas vezes quiser, a melhor resposta será selecionada por nós (mua-ha-ha) e divulgada aqui no Tecnoblog sexta-feira que vem (03/09) às 17 horas. Mãos à obra!
Quer um exemplo de resposta? Aqui vai um bom:
Neste sábado (28) a organização do SWU promoverá um flashmob no parque do Ibirapuera aqui em São Paulo. A macacada irá se reunir para cantar e tocar a música “A minha alma” d’O Rappa. Todo mundo junto, naquela alegria e com o critério de não utilizar energia elétrica. Ou seja: nada de amplificador, microfone, sintetizador etc. O negócio será na base do gogó, várias panelas e violões desafinados.
Aliás, se você curtiu a ideia e também quer participar do flashmob, é só colocar o violão nas costas e aparecer por lá. O pessoal disponibilizou até a tablatura da música no site oficial do evento pra todo mundo aparecer preparado. Não sabe tocar nem campainha? Vai pra cantar! Não tem desculpa pra não ir.

Concurso cultural: concorra a um par de ingressos para o SWU Brasil


Sustentabilidade não é um assunto muito rotineiro aqui no TB, mas é um tema com o qual nos preocupamos muito. É também o tema que embala o SWU, festival de música que acontece em outubro na cidade de Itu.

O festival vai reunir bandas e DJs consagradíssimos do cenário nacional e internacional, e agora você, nobre leitor tecnobloguiano, pode faturar um par de ingressos na faixa, totalmente di grátis, para comparecer ao SWU em um dia de sua escolha.
Para participar, capricha no bom humor e na criatividade, e responda a seguinte frase:
O que conseguimos fazer para nos divertir sem utilizar energia?
Você pode participar quantas vezes quiser, a melhor resposta será selecionada por nós (mua-ha-ha) e divulgada aqui no Tecnoblog sexta-feira que vem (03/09) às 17 horas. Mãos à obra!
Quer um exemplo de resposta? Aqui vai um bom:
Neste sábado (28) a organização do SWU promoverá um flashmob no parque do Ibirapuera aqui em São Paulo. A macacada irá se reunir para cantar e tocar a música “A minha alma” d’O Rappa. Todo mundo junto, naquela alegria e com o critério de não utilizar energia elétrica. Ou seja: nada de amplificador, microfone, sintetizador etc. O negócio será na base do gogó, várias panelas e violões desafinados.
Aliás, se você curtiu a ideia e também quer participar do flashmob, é só colocar o violão nas costas e aparecer por lá. O pessoal disponibilizou até a tablatura da música no site oficial do evento pra todo mundo aparecer preparado. Não sabe tocar nem campainha? Vai pra cantar! Não tem desculpa pra não ir.

TERRAMÉRICA – Criatividade na crise japonesa

212 TERRAMÉRICA   Criatividade na crise japonesa
As decisões energéticas que forem tomadas após o desastre nuclear de Fukushima engendrarão uma nova corrente na história, afirma neste artigo o filósofo budista japonês Daisaku Ikeda.

Tóquio, Japão, 18 de julho de 2011 (Terramérica).- O espírito humano possui uma qualidade extraordinária: a capacidade de abrigar esperança mesmo na crise mais devastadora.
A demonstração deste potencial é a maneira como as pessoas estão respondendo à catástrofe sísmica que assolou o Japão em 11 de março deste ano. Após o terremoto e posterior tsunami, pessoas de todas as partes do mundo expressaram à população japonesa sua solidariedade, somando-se às tarefas de resgate e colaborando com incontável ajuda humanitária, tanto material quanto espiritual.
Nosso povo jamais esquecerá essa sentida reação. Em cada instante do longo processo de recuperação teremos presente nossa dívida de gratidão com as pessoas do mundo inteiro que manifestaram sua boa vontade. O historiador britânico Arnold J. Toynbee é conhecido, entre outras coisas, por sua teoria da relação entre o desafio e a resposta, segundo a qual uma civilização cresce e prospera quando consegue responder com êxito a desafios sucessivos. A luta diante de novos desafios continuará enquanto se desenvolver a história da humanidade.
O povo japonês deve buscar a forma de se levantar e superar os mais complexos problemas gerados por aquela catástrofe telúrica sem precedentes. Quanto maiores são os desafios, mais devemos manifestar o potencial para avançar e encontrar respostas criativas que contribuam para o caudal de sabedoria do gênero humano. Definitivamente, o sucesso desse processo tem suas raízes na fortaleza da comunidade humana.
Muitas pessoas sobreviveram espantosamente ao desastre graças à ajuda de seus vizinhos. Nos dias e semanas posteriores ao sinistro, quando não funcionavam os serviços básicos de comunicação, eletricidade, água e gás, foram as plataformas de vizinhos e os vínculos de apoio entre concidadãos que proporcionaram meios para subsistir. Conheço inúmeras vítimas que, apesar de perderem seus seres queridos, casas e meio de vida, dedicaram-se nobremente a ajudar outros e a trabalhar pela recuperação de sua terra, compartilhando o que possuíam e colocando toda sua energia na assistência aos demais.
Qualquer pessoa se sente invadida de emoção e admiração diante do esplendor dessa humanidade que brilha em momentos de crise. Vimos tais atos nos centros comunitários da rede budista Soka Gakkai, que abrimos nas regiões afetadas para abrigar as vítimas imediatamente após o terremoto. Apenas transcorrido o desastre, apesar de a rede viária que unia as áreas devastadas a Tóquio ficarem severamente interrompidas, nossos voluntários de Niigata, na costa noroeste, conseguiram chegar com elementos de ajuda buscando uma série de rotas alternativas.
Eles sofreram terremotos de grande magnitude em 2004 e 2007, por isso compreendiam a dor e as necessidades dos sobreviventes. Durante toda a noite prepararam provisões e elementos essenciais, como água, bolas de arroz e outros alimentos de emergência, geradores elétricos, combustível e banheiros portáteis, e conseguiram entregar tudo no menor tempo possível. Me contaram que foram levados pela gratidão à ajuda recebida na época dos terremotos em Niigata: “Foi tanta gente que nos ajudou que agora cabe a nós fazer tudo o que pudermos”.
O sofrimento provocado por um terremoto é atroz. Contudo, qualquer que tenha sido o lugar onde essas tragédias ocorreram – o terremoto de Sumatra em 2010, o maremoto no Oceano Índico de 2004, o tremor de terra em Sichuan, na China, em 2008, ou o do Haiti, em 2010 – sempre emergiu no terreno a solidariedade, a valentia e o altruísmo de cidadãos dispostos a agir em conjunto para ajudarem-se mutuamente. Naturalmente, as operações de assistência por parte das autoridades são indispensáveis nas tarefas de resgate e reconstrução.
No entanto, ao mesmo tempo, fica documentado que é a cooperação entre os integrantes de cada comunidade que pode oferecer uma mão salvadora aos que sofrem o impacto dos desastres e ficam submetidos a condições de extrema vulnerabilidade. A rede de cidadãos, que dia após dia interagem, cuidando-se e alimentando-se mutuamente, desempenha um papel fundamental na reconstrução. As associações comunitárias são imprescindíveis para se alcançar o tipo de segurança humana que nada pode quebrar, nem mesmo a calamidade mais extrema.
Nossa resposta aos trágicos desastres deve ser a de extrair um valor perene. Por um lado, isto significa que devemos refletir profundamente sobre o significado da felicidade autêntica. Ao mesmo tempo, devemos examinar nossa visão do futuro da humanidade, em especial a delicada questão da política energética. Assim como o desastre de Chernobyl, em 1986, chamou à reflexão, o colapso da central nuclear de Fukushima exerce um enorme impacto na opinião pública mundial.
Embora a opção que cada nação adotar seja diferente, não resta dúvidas de que as escolhas feitas engendrarão uma nova corrente na história, como a urgente transição para novas fontes renováveis de energia e o desenvolvimento de tecnologias mais eficientes que promovam a economia e preservem os recursos. A criação de uma sociedade sustentável exigirá um olhar capaz de pôr freio aos excessos da cobiça e de transformar sabiamente esses impulsos para propósitos mais elevados.
Espero que sejamos capazes de encontrar uma resposta que congregue toda a sabedoria humana para que possamos recuperar nossos meios de vida, nossa sociedade, nossa civilização e, como coroamento de tudo isso, possamos reconstruir o coração humano.

TERRAMÉRICA – Criatividade na crise japonesa

212 TERRAMÉRICA   Criatividade na crise japonesa
As decisões energéticas que forem tomadas após o desastre nuclear de Fukushima engendrarão uma nova corrente na história, afirma neste artigo o filósofo budista japonês Daisaku Ikeda.

Tóquio, Japão, 18 de julho de 2011 (Terramérica).- O espírito humano possui uma qualidade extraordinária: a capacidade de abrigar esperança mesmo na crise mais devastadora.
A demonstração deste potencial é a maneira como as pessoas estão respondendo à catástrofe sísmica que assolou o Japão em 11 de março deste ano. Após o terremoto e posterior tsunami, pessoas de todas as partes do mundo expressaram à população japonesa sua solidariedade, somando-se às tarefas de resgate e colaborando com incontável ajuda humanitária, tanto material quanto espiritual.
Nosso povo jamais esquecerá essa sentida reação. Em cada instante do longo processo de recuperação teremos presente nossa dívida de gratidão com as pessoas do mundo inteiro que manifestaram sua boa vontade. O historiador britânico Arnold J. Toynbee é conhecido, entre outras coisas, por sua teoria da relação entre o desafio e a resposta, segundo a qual uma civilização cresce e prospera quando consegue responder com êxito a desafios sucessivos. A luta diante de novos desafios continuará enquanto se desenvolver a história da humanidade.
O povo japonês deve buscar a forma de se levantar e superar os mais complexos problemas gerados por aquela catástrofe telúrica sem precedentes. Quanto maiores são os desafios, mais devemos manifestar o potencial para avançar e encontrar respostas criativas que contribuam para o caudal de sabedoria do gênero humano. Definitivamente, o sucesso desse processo tem suas raízes na fortaleza da comunidade humana.
Muitas pessoas sobreviveram espantosamente ao desastre graças à ajuda de seus vizinhos. Nos dias e semanas posteriores ao sinistro, quando não funcionavam os serviços básicos de comunicação, eletricidade, água e gás, foram as plataformas de vizinhos e os vínculos de apoio entre concidadãos que proporcionaram meios para subsistir. Conheço inúmeras vítimas que, apesar de perderem seus seres queridos, casas e meio de vida, dedicaram-se nobremente a ajudar outros e a trabalhar pela recuperação de sua terra, compartilhando o que possuíam e colocando toda sua energia na assistência aos demais.
Qualquer pessoa se sente invadida de emoção e admiração diante do esplendor dessa humanidade que brilha em momentos de crise. Vimos tais atos nos centros comunitários da rede budista Soka Gakkai, que abrimos nas regiões afetadas para abrigar as vítimas imediatamente após o terremoto. Apenas transcorrido o desastre, apesar de a rede viária que unia as áreas devastadas a Tóquio ficarem severamente interrompidas, nossos voluntários de Niigata, na costa noroeste, conseguiram chegar com elementos de ajuda buscando uma série de rotas alternativas.
Eles sofreram terremotos de grande magnitude em 2004 e 2007, por isso compreendiam a dor e as necessidades dos sobreviventes. Durante toda a noite prepararam provisões e elementos essenciais, como água, bolas de arroz e outros alimentos de emergência, geradores elétricos, combustível e banheiros portáteis, e conseguiram entregar tudo no menor tempo possível. Me contaram que foram levados pela gratidão à ajuda recebida na época dos terremotos em Niigata: “Foi tanta gente que nos ajudou que agora cabe a nós fazer tudo o que pudermos”.
O sofrimento provocado por um terremoto é atroz. Contudo, qualquer que tenha sido o lugar onde essas tragédias ocorreram – o terremoto de Sumatra em 2010, o maremoto no Oceano Índico de 2004, o tremor de terra em Sichuan, na China, em 2008, ou o do Haiti, em 2010 – sempre emergiu no terreno a solidariedade, a valentia e o altruísmo de cidadãos dispostos a agir em conjunto para ajudarem-se mutuamente. Naturalmente, as operações de assistência por parte das autoridades são indispensáveis nas tarefas de resgate e reconstrução.
No entanto, ao mesmo tempo, fica documentado que é a cooperação entre os integrantes de cada comunidade que pode oferecer uma mão salvadora aos que sofrem o impacto dos desastres e ficam submetidos a condições de extrema vulnerabilidade. A rede de cidadãos, que dia após dia interagem, cuidando-se e alimentando-se mutuamente, desempenha um papel fundamental na reconstrução. As associações comunitárias são imprescindíveis para se alcançar o tipo de segurança humana que nada pode quebrar, nem mesmo a calamidade mais extrema.
Nossa resposta aos trágicos desastres deve ser a de extrair um valor perene. Por um lado, isto significa que devemos refletir profundamente sobre o significado da felicidade autêntica. Ao mesmo tempo, devemos examinar nossa visão do futuro da humanidade, em especial a delicada questão da política energética. Assim como o desastre de Chernobyl, em 1986, chamou à reflexão, o colapso da central nuclear de Fukushima exerce um enorme impacto na opinião pública mundial.
Embora a opção que cada nação adotar seja diferente, não resta dúvidas de que as escolhas feitas engendrarão uma nova corrente na história, como a urgente transição para novas fontes renováveis de energia e o desenvolvimento de tecnologias mais eficientes que promovam a economia e preservem os recursos. A criação de uma sociedade sustentável exigirá um olhar capaz de pôr freio aos excessos da cobiça e de transformar sabiamente esses impulsos para propósitos mais elevados.
Espero que sejamos capazes de encontrar uma resposta que congregue toda a sabedoria humana para que possamos recuperar nossos meios de vida, nossa sociedade, nossa civilização e, como coroamento de tudo isso, possamos reconstruir o coração humano.

Poluentes orgânicos estão associados a problemas neurológicos em crianças

A revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) divulgou, no dia 18 de julho, um estudo que afirma que níveis elevados de poluentes orgânicos persistentes (POPs) na placenta estão associados ao nascimento de crianças com problemas neurológicos graves.
1255 300x183 Poluentes orgânicos estão associados a problemas neurológicos em crianças
Leite materno será analisado.
Pesquisadores chineses analisaram os níveis de POPs em 80 placentas de fetos e bebês que nasceram com problemas no tubo neural – principal doença relacionada aos poluentes orgânicos, segundo o estudo. Ao comparar com 50 placentas de crianças saudáveis, foi detectado que a presença de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (um tipo de POP) aumenta em até 4,5 vezes o risco destes danos neurológicos.
Outro produto altamente tóxico encontrado na placenta de algumas mulheres grávidas foi o inseticida DDT, banido da China em 1983. A presença da substância comprova como é difícil eliminar do ambiente os POPs, após sua liberação, afirmaram os cientistas.
Acordo internacional
O Brasil e outros 151 países são signatários da Convenção de Estocolmo, tratado internacional elaborado para eliminar a produção e o uso de 12 POPs, apontou a diretora da organização não governamental Toxisphera, Zuleica Nycz.
Em 2010, outras nove substâncias foram adicionadas à lista da Convenção, porém não foram realizadas inspeções para garantir a não utilização dos POPs. “Normalmente, o governo proíbe alguns produtos, como o agrotóxico endosulfan, mas não realiza uma vigilância ativa, muito mais difícil, para verificar a emissão de POPs em incineradores de lixo, por exemplo”, frisou Zuleica.
A diretora da organização citou que há um projeto em andamento da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP-Fiocruz), que tem como objetivo analisar a presença dos POPs no leite materno.
POPs
Os POPS reúnem três características principais: após décadas de interrupção da produção permanecem no ambiente; são bioacumulativos (concentram-se rápido e são excretados devagar); e podem ser conduzidos por ventos ou correntes marítimas para regiões bem distantes de onde foram produzidos.

Poluentes orgânicos estão associados a problemas neurológicos em crianças

A revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) divulgou, no dia 18 de julho, um estudo que afirma que níveis elevados de poluentes orgânicos persistentes (POPs) na placenta estão associados ao nascimento de crianças com problemas neurológicos graves.
1255 300x183 Poluentes orgânicos estão associados a problemas neurológicos em crianças
Leite materno será analisado.
Pesquisadores chineses analisaram os níveis de POPs em 80 placentas de fetos e bebês que nasceram com problemas no tubo neural – principal doença relacionada aos poluentes orgânicos, segundo o estudo. Ao comparar com 50 placentas de crianças saudáveis, foi detectado que a presença de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (um tipo de POP) aumenta em até 4,5 vezes o risco destes danos neurológicos.
Outro produto altamente tóxico encontrado na placenta de algumas mulheres grávidas foi o inseticida DDT, banido da China em 1983. A presença da substância comprova como é difícil eliminar do ambiente os POPs, após sua liberação, afirmaram os cientistas.
Acordo internacional
O Brasil e outros 151 países são signatários da Convenção de Estocolmo, tratado internacional elaborado para eliminar a produção e o uso de 12 POPs, apontou a diretora da organização não governamental Toxisphera, Zuleica Nycz.
Em 2010, outras nove substâncias foram adicionadas à lista da Convenção, porém não foram realizadas inspeções para garantir a não utilização dos POPs. “Normalmente, o governo proíbe alguns produtos, como o agrotóxico endosulfan, mas não realiza uma vigilância ativa, muito mais difícil, para verificar a emissão de POPs em incineradores de lixo, por exemplo”, frisou Zuleica.
A diretora da organização citou que há um projeto em andamento da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP-Fiocruz), que tem como objetivo analisar a presença dos POPs no leite materno.
POPs
Os POPS reúnem três características principais: após décadas de interrupção da produção permanecem no ambiente; são bioacumulativos (concentram-se rápido e são excretados devagar); e podem ser conduzidos por ventos ou correntes marítimas para regiões bem distantes de onde foram produzidos.

Tubarão de 500 kg pula dentro de barco na África do Sul


Tubarão de 500 kg pula dentro de barco na África do Sul
Um tubarão branco de 500 kg e três metros de comprimento conseguiu pular dentro de um barco de pesquisa na África do Sul, na última segunda-feira.
O fato ocorreu enquanto pesquisadores da vida marinha trabalhavam na cidade costeira de Mossel Bay, no sudeste do país, em um projeto que visa identificar tubarões brancos e analisar as populações da espécie na África do Sul.

A especialista de campo Dorien Schroder e outros seis tripulantes atiravam sardinhas ao mar para atrair tubarões e, desta forma, fazer fotos de suas barbatanas dorsais para identificar cada um deles e estimar quantos tubarões vivem na baía da região.
'Geralmente, quando fazemos isto, um certo número de tubarões fica em volta do barco', disse à BBC Schroder, que faz pesquisas para a organização Oceans Research, como parte do Projeto Grande Tubarão Branco.
'Foi quando ouvi um barulho e, quando me virei, um grande tubarão branco estava no ar, logo acima de uma das minhas estagiárias.'
Schroder conta que, 'por sorte, a estagiária deu um passo em minha direção', e, devido a isso, o tubarão não caiu em cima dela.
'Mais tarde, ela me disse que pensou que eu saberia o que fazer, e por isso foi na minha direção.'
Tubarão dentro de barco de pesquisa (Foto: Oceans Research)
A pesquisadora agarrou a estagiária pela camiseta e a levou até outra parte do barco.
O tubarão, por sua vez, caiu e inicialmente ficou com metade do corpo dentro do barco. Mas, segundo Schroder, 'devido ao fato de os tubarões apenas de moverem para frente, ele entrou totalmente no barco'.
'E, claro, ele estava em pânico, não pensou que cairia no barco, (o tubarão) pensou que cairia na água. Então ele ficou se debatendo', disse.
'Todos os estagiários foram para outra parte do barco e nós esperamos o tubarão se acalmar para fazermos alguma coisa', afirmou.
No entanto, devido ao peso do tubarão, Dorien e os estagiários tiveram de pedir ajuda para tirá-lo do barco. Pelo rádio, a pesquisadora chamou outros dois cientistas da Oceans Research que estavam em terra, e um dos diretores da organização, Ryan Johnson, foi para o local.
'Nós recebemos um pedido de socorro pelo rádio, da Dorien, fomos até lá e, em quatro pessoas, esperávamos tirar o tubarão (do barco). Mas, quando chegamos lá e vimos a situação, percebemos que não ia ser assim: ele tinha três metros e 500 kg e queria morder', disse Johnson à BBC.
'Depois de algumas tentativas de jogar ele de volta ao mar, entramos em contato com as autoridades portuárias e pedimos ajuda (para tirar o tubarão do barco).'
O cientista afirma que deve ter sido uma 'experiência incrivelmente estressante para o tubarão' e diz que os cientistas tentaram jogar água no tubarão durante todo o tempo.
Segundo Johnson, depois de conseguir mais ajuda junto a um barco de pesca, o tubarão foi retirado do barco pela cauda, pendurado em cordas.
Tubarão recebe ajuda de pesquisador (Foto: Oceans Research)
O diretor da Ocean Research diz que o tubarão estava desorientado e estressado devido à experiência dentro do barco.
'Devido ao estresse que ele passou, ele nadou pela baía, que era um lugar estranho para ele), e em direção à praia', afirma Johnson.
Os cientistas foram então para a água, a fim de tentar ajudar o tubarão a sair da praia. Depois de algumas tentativas sem sucesso, eles decidiram amarrar o animal em um dos barcos e levá-lo ao mar, onde ele foi solto.
Schroder disse à BBC que, depois do encontro com o grande tubarão, o barco já está de volta à água.
'Algumas coisas se quebraram, a fibra de vidro se rompeu quando o tubarão caiu lá, mas consertamos no mesmo dia e ele (o barco) já voltou para a água', disse

Tubarão de 500 kg pula dentro de barco na África do Sul


Tubarão de 500 kg pula dentro de barco na África do Sul
Um tubarão branco de 500 kg e três metros de comprimento conseguiu pular dentro de um barco de pesquisa na África do Sul, na última segunda-feira.
O fato ocorreu enquanto pesquisadores da vida marinha trabalhavam na cidade costeira de Mossel Bay, no sudeste do país, em um projeto que visa identificar tubarões brancos e analisar as populações da espécie na África do Sul.

A especialista de campo Dorien Schroder e outros seis tripulantes atiravam sardinhas ao mar para atrair tubarões e, desta forma, fazer fotos de suas barbatanas dorsais para identificar cada um deles e estimar quantos tubarões vivem na baía da região.
'Geralmente, quando fazemos isto, um certo número de tubarões fica em volta do barco', disse à BBC Schroder, que faz pesquisas para a organização Oceans Research, como parte do Projeto Grande Tubarão Branco.
'Foi quando ouvi um barulho e, quando me virei, um grande tubarão branco estava no ar, logo acima de uma das minhas estagiárias.'
Schroder conta que, 'por sorte, a estagiária deu um passo em minha direção', e, devido a isso, o tubarão não caiu em cima dela.
'Mais tarde, ela me disse que pensou que eu saberia o que fazer, e por isso foi na minha direção.'
Tubarão dentro de barco de pesquisa (Foto: Oceans Research)
A pesquisadora agarrou a estagiária pela camiseta e a levou até outra parte do barco.
O tubarão, por sua vez, caiu e inicialmente ficou com metade do corpo dentro do barco. Mas, segundo Schroder, 'devido ao fato de os tubarões apenas de moverem para frente, ele entrou totalmente no barco'.
'E, claro, ele estava em pânico, não pensou que cairia no barco, (o tubarão) pensou que cairia na água. Então ele ficou se debatendo', disse.
'Todos os estagiários foram para outra parte do barco e nós esperamos o tubarão se acalmar para fazermos alguma coisa', afirmou.
No entanto, devido ao peso do tubarão, Dorien e os estagiários tiveram de pedir ajuda para tirá-lo do barco. Pelo rádio, a pesquisadora chamou outros dois cientistas da Oceans Research que estavam em terra, e um dos diretores da organização, Ryan Johnson, foi para o local.
'Nós recebemos um pedido de socorro pelo rádio, da Dorien, fomos até lá e, em quatro pessoas, esperávamos tirar o tubarão (do barco). Mas, quando chegamos lá e vimos a situação, percebemos que não ia ser assim: ele tinha três metros e 500 kg e queria morder', disse Johnson à BBC.
'Depois de algumas tentativas de jogar ele de volta ao mar, entramos em contato com as autoridades portuárias e pedimos ajuda (para tirar o tubarão do barco).'
O cientista afirma que deve ter sido uma 'experiência incrivelmente estressante para o tubarão' e diz que os cientistas tentaram jogar água no tubarão durante todo o tempo.
Segundo Johnson, depois de conseguir mais ajuda junto a um barco de pesca, o tubarão foi retirado do barco pela cauda, pendurado em cordas.
Tubarão recebe ajuda de pesquisador (Foto: Oceans Research)
O diretor da Ocean Research diz que o tubarão estava desorientado e estressado devido à experiência dentro do barco.
'Devido ao estresse que ele passou, ele nadou pela baía, que era um lugar estranho para ele), e em direção à praia', afirma Johnson.
Os cientistas foram então para a água, a fim de tentar ajudar o tubarão a sair da praia. Depois de algumas tentativas sem sucesso, eles decidiram amarrar o animal em um dos barcos e levá-lo ao mar, onde ele foi solto.
Schroder disse à BBC que, depois do encontro com o grande tubarão, o barco já está de volta à água.
'Algumas coisas se quebraram, a fibra de vidro se rompeu quando o tubarão caiu lá, mas consertamos no mesmo dia e ele (o barco) já voltou para a água', disse